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Minerais críticos e estratégicos concentram 57% dos empregos da mineração
Setor reuniu 129,4 mil postos de trabalho formais em 2025, com crescimento de 8,6% na mão de obra entre 2023 e 2025, segundo a ANM
As atividades ligadas à extração, pesquisa e beneficiamento de Minerais Críticos e Estratégicos (MCE) consolidaram-se como o motor da geração de empregos e renda na indústria extrativa brasileira. Dados oficiais divulgados pela Agência Nacional de Mineração (ANM) revelam que o segmento reuniu 129.423 postos de trabalho formais em 2025, o equivalente a 57% do total de 226.634 vagas existentes no setor minerário nacional.
O levantamento detalhado integra o novo Portal de Minerais Críticos e Estratégicos (Plataforma MCE 360), lançado pela ANM nessa quarta-feira, dia 14. O sistema georreferenciado permite mapear a distribuição espacial da força de trabalho, perfis de qualificação, remunerações e autorizações de pesquisa por estado, município e substância mineral em todo o território nacional.
Entre 2023 e 2025, a mão de obra alocada na cadeia de minerais estratégicos (como ferro, ouro, cobre, níquel, lítio, nióbio, fosfato e terras raras) registrou expansão de 8,6%. O contingente é fortemente qualificado: mais de 51,7 mil trabalhadores possuem alta especialização, dos quais 30.707 contam com diploma de ensino superior. Em termos de recorte de gênero, a indústria ainda reflete desproporção histórica, com 78% dos cargos ocupados por homens (100.765 vagas) e 22% por mulheres (28.658 vagas).
O melhor da América do Sul
O Aeroporto Internacional de Florianópolis – Hercílio Luz, em Santa Catarina, conquistou o título de Melhor Aeroporto da América do Sul no prestigiado World Travel Awards (WTA) 2026. O anúncio oficial ocorreu na noite do último domingo, dia 11, durante a cerimônia da etapa Caribe & Américas da premiação, realizada em Montego Bay, na Jamaica.
Esta é a primeira vez na história que o terminal catarinense, sob gestão da concessionária suíça Zurich Airport Brasil desde 2018, leva a premiação máxima da categoria na América do Sul. O feito é inédito para aeroportos brasileiros no ciclo recente da premiação, superando tradicionais hubs da região, como os terminais internacionais de Bogotá (El Dorado), Lima (Jorge Chávez) e Buenos Aires (Ezeiza).