Região Norte
Investimentos modernizam Aeroporto de Belém e ampliam voos
Belém recebe milhares de turistas e devotos que desembarcam na capital paraense para participar do Círio de Nazaré, uma das maiores manifestações religiosas do mundo. Neste ano, os visitantes encontram um Aeroporto Internacional de Belém (Val-de-Cans) mais moderno, após investimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com a concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA).
Entre os dias 9 e 13 de outubro, estão previstos 461 voos comerciais e a movimentação de mais de 70 mil passageiros, o que representa um crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2024, quando o terminal registrou 63.596 viajantes.
Sob a gestão da NOA, o aeroporto recebeu R$ 450 milhões em investimentos na Fase 1-B do contrato de concessão. As melhorias abrangeram áreas operacionais, salas de embarque e sistemas de segurança, em um plano que também contempla a preparação da cidade para a COP30, em 2025. A meta é deixar um legado de infraestrutura moderna e eficiente para Belém e toda a Região Norte.
“Os investimentos em portos e aeroportos da Região Norte representam não apenas melhorias pontuais na infraestrutura, mas um passo decisivo para o desenvolvimento integrado da Amazônia”, afirma o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.
Para dar conta do aumento na demanda, 20 voos extras foram programados, com destinos para Macapá (AP), Brasília (DF), Guarulhos (SP) e Galeão (RJ), ampliando a conectividade aérea da capital paraense e facilitando o acesso de turistas e peregrinos vindos de diferentes regiões do país.
Costa Filho conclui projetando mais oportunidades para a cidade. “Com os investimentos recentes, o aeroporto e a cidade estão prontos não apenas para receber os devotos da 233ª edição do Círio, mas também para projetar Belém como uma referência em mobilidade, sustentabilidade e hospitalidade na Amazônia”.
O Círio de Nazaré, que em 2024 atraiu mais de dois milhões de pessoas às ruas de Belém, é também um dos principais motores da economia paraense. Além de fortalecer a cultura local, o evento movimenta o turismo, gera milhares de empregos temporários e impulsiona setores como hotelaria, alimentação e comércio.