Política
Fachin manda investigar ameaças a Dino
Ministro do STF postou na semana passada que vem sofrendo ataques e ameaças de morte
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu na última sexta-feira (9) que a Polícia Federal (PF) investigue ameaças contra o ministro do Supremo Flávio Dino.A medida foi tomada após Dino postar em suas redes sociais mensagens nas quais foi ameaçado de morte. As ameaças também foram direcionadas a outros ministros do STF.
O tribunal está “atento à segurança de seus ministros” e manterá a articulação com os órgãos competentes para garantir a proteção dos membros da Corte, informou o STF. Na postagem publicada nas redes sociais, Flávio Dino disse que não vai alterar sua atuação profissional diante das ameaças.
“Se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição”, afirmou.
Vazamentos
A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o vazamento de uma foto encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) em uma piscina com outros políticos do Centrão na casa do advogado Willer Tomaz.
A foto foi extraída pela PF no conteúdo do celular de Weverton Rocha após ele ter sido alvo de busca e apreensão na investigação sobre suspeitas de desvios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e divulgada em reportagem da Revista Piauí.
A PF decidiu abrir inquérito após uma representação do senador Weverton Rocha. Na abertura da apuração, a PF apontou que a foto na piscina estava em um inquérito sigiloso e que a documentação não tinha sido fornecida ainda a advogados. A abertura do inquérito foi comunicada ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Russo preso
Um ex-integrante das Forças Armadas da Rússia, condenado por tráfico de drogas e falsificação de documentos, foi preso em Salvador no sábado, 10. Segundo a Polícia Federal (PF), ele era considerado foragido da Justiça brasileira e tinha um mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O homem também foi condenado à prisão perpétua na Rússia.