Região Sudeste
Começa quinta edição do Porto Hack Santos, com mais de 60 equipes
Maratona tecnológica seguirá até o próximo dia 21 em formato online; dez melhores colocados vão para a fase final, em outubro
Teve início nesta segunda-feira (15) o Porto Hack Santos 2025, maratona tecnológica da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA), em parceria com o Instituto AmiGU. A maratona seguirá até o próximo dia 21 de setembro, em formato online. Ao todo, a 5ª edição conta com 61 equipes de 38 instituições de ensino superior.
Os participantes terão de desenvolver soluções de inteligência artificial para um simulador de Port Community System (PCS) – plataforma eletrônica que reúne e integra as informações e sistemas dos envolvidos com o comércio marítimo: importadores, exportadores, portos, órgãos fiscalizadores, agentes marítimos, armadores, operador e terminais portuários, Autoridade Portuária, entre outros.

Os participantes desenvolverão soluções de inteligência artificial para um simulador de Port Community System (PCS). Foto: Divulgação
Após a primeira fase, as dez equipes com melhor desempenho disputam a final presencial em 13 de outubro, no auditório do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros (SDAS), em Santos.
A intenção do evento é aproximar universidade e porto, gerando experiências aplicadas, empregabilidade e propostas disruptivas. Segundo a associação, além do número recorde de competidores, esta edição será mais extensa que as anteriores, com 65 horas no total, divididas em blocos, conciliando aulas, mentorias e construção dos protótipos.
O presidente-executivo da ABTRA, Angelino Caputo, destaca o evento como laboratório de soluções para o porto e oportunidade para formar novos talentos do setor portuário brasileiro.
O CEO do Instituto AmiGU e organizador do hackathon, Marco Riveiros, explica que o material permite experiência prática com uma plataforma centralizada de dados confiáveis.
Premiação
Os vencedores recebem R$ 10 mil para o primeiro lugar, R$ 7 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro. Todos os participantes ganham portfólio digital que documenta competências desenvolvidas durante a competição.
“É, acima de tudo, um laboratório vivo de soluções para o porto, uma celebração da inovação e um convite para que a nova geração assuma seu papel na transformação do setor portuário brasileiro”, afirma Angelino.