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Portos

Ministério vai enviar propostas ao PL 733 em 10 dias, promete Costa Filho

Atualizado em: 9 de setembro de 2025 às 12:51
Leopoldo Figueiredo Enviar e-mail para o Autor

Ministro falou sobre seus planos para o texto do novo marco regulatório, na abertura do seminário realizado pelo Brasil Export em Paris

O Ministério de Portos e Aeroportos enviará suas propostas para o Projeto de Lei n. 733/2025, que propõe um novo marco regulatório para o setor portuário brasileiro, nos próximos 10 dias. O prazo foi anunciado pelo ministro Sílvio Costa Filho, na abertura do seminário “Ações para potencializar a competitividade do Brasil e ampliar o protagonismo no mercado internacional”, organizado pelo Fórum Brasil Export em Paris, nessa segunda-feira, primeiro dia da agenda técnica da missão internacional do grupo na França.

Diante de uma plateia com mais de 100 empresários e autoridades brasileiras do setor de transportes, especialmente do segmento portuário – quantidade recorde em relação às demais missões do Brasil Export – Costa Filho revelou os planos do Ministério para o PL 733, que, atualmente, tramita no Congresso Nacional, sendo analisado por uma comissão especial de deputados.

“Primeiro, nós avançamos no capítulo trabalho, num acordo que foi feito entre as federações da classe trabalhadora com o setor empresarial. Isso foi um avanço muito importante. E nesse momento, nesses próximos 10 dias, a gente vai ampliar o diálogo com a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), para que tanto o Ministério quanto a Antaq possam construir uma proposta conjunta, para que a gente possa modelar o texto, ou seja, cada um respeitando a autonomia de cada um. E a gente vai discutir, sobretudo, como vai ficar a questão dos arrendamentos e dos TUP (Terminais de Uso Privado)”, declarou Sílvio Costa Filho.

Em relação aos arrendamentos de áreas e terminais portuários, Costa Filho pretende enviar uma proposta para normatizar os prazos desses contratos. “Temos que nos debruçar mais sobre esse tema e ter regras um pouco mais distintas. Assim, será possível ter os contratos de arrendamento todos com o mesmo prazo – ou o mercado terá que conviver com contratos com um prazo 35 anos, 25 anos, 50 anos, ou seja, diversas opções.

“Tenho certeza de que, ao final, nós entregaremos ao Brasil, sob a liderança do Congresso Nacional, um texto inovador e que dialogue com a necessidade do mercado e da classe trabalhadora. O PL n. 733 trará avanços civilizatórios e vai, cada vez mais, fortalecer o setor portuário, criando um ambiente de maior segurança jurídica para quem quer prover investimentos no Brasil”, destacou.

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