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Internacional

Marco portuário em debate cobra crédito, inovação e menos burocracia

Atualizado em: 11 de setembro de 2025 às 14:25
Leopoldo Figueiredo Enviar e-mail para o Autor

Especialistas defendem novas linhas de financiamento, políticas de P&D e ambiente regulatório mais simples para destravar investimentos e manter a competitividade

As discussões sobre o novo marco regulatório do setor portuário, em andamento na Câmara dos Deputados, devem incluir ferramentas de financiamento e incentivos à inovação para garantir competitividade no longo prazo. A avaliação foi feita por dirigentes de entidades empresariais durante seminário promovido pelo Fórum Brasil Export, na quarta-feira (10), em Paris, como parte da Missão França 2025.

Gabriela Costa, diretora-executiva da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), defendeu a criação de linhas exclusivas de financiamento para o setor e a possibilidade de utilização de novos instrumentos de crédito.

“O FMM (Fundo da Marinha Mercante) já vem sendo bem utilizado para investimentos em infraestrutura portuária, mas precisamos viabilizar outras formas de captação, como social bonds, sustainability bonds e green bonds, que já existem no Brasil desde 2015”, afirmou.

Ela também cobrou a inclusão de políticas públicas para fomentar pesquisa, desenvolvimento e inovação na futura lei. “O Ministério (de Portos e Aeroportos) tem trabalhado esse tema, mas precisamos avançar. Sem incentivo à inovação, o setor perde competitividade”.

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