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Alckmin visita pólo industrial de Cubatão e destaca avanço da indústria

Atualizado em: 20 de abril de 2026 às 11:36
Leopoldo Figueiredo Enviar e-mail para o Autor

Alckmin em Cubatão

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, estará no pólo industrial de Cubatão (SP) na manhã desta segunda-feira, dia 20, para visitar a unidade local da Unipar. Sua ida marca a conclusão do processo de modernização tecnológica da planta, ocorrida em dezembro do ano passado, após um investimento de R$ 1 bilhão que posicionou a unidade como a maior produtora de cloro por membrana da América do Sul. Sua agenda também tem outros objetivos bem definidos. Conforme apurou a coluna, em discurso após a visita, Alckmin pretende destacar o avanço da indústria química paulista e nacional, processo que tem apoiado a partir de programas de industrialização. Ele também planeja falar sobre a atual crise do setor aéreo e as medidas de socorro adotadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos. 

Estratégia

Em sua fala, Geraldo Alckmin ainda quer reforçar o discurso do governo sobre a transição energética como motor do desenvolvimento econômico. E em um cenário de juros elevados e incerteza global devido à guerra no Irã, quer utilizar o caso da Unipar para demonstrar que o crédito direcionado via BNDES pode manter os investimentos em inovação industrial e reduzir a dependência de insumos internacionais.

Ganhos ambientais

A modernização da unidade da Unipar contou com um aporte de R$ 672,9 milhões financiados pelo BNDES, utilizando recursos do Fundo Clima e do Finem (Financiamento ao Empreendimento) – Meio Ambiente. O processo consistiu na substituição integral de tecnologias baseadas em mercúrio e diafragma por membranas de última geração, o que resulta em uma operação mais limpa e eficiente. Os ganhos ambientais e operacionais da nova unidade são expressivos. Houve uma redução de 40% no consumo de energia térmica e elétrica e as emissões de CO2 devem cair 70 mil toneladas. Além disso, há a eliminação total do uso de mercúrio nos processos químicos da planta.

O destino das terras raras

O Palácio do Planalto desistiu de criar uma estatal para coordenar a exploração de terras raras no País, a Terrabrás. A decisão ajuda na conclusão de um acordo para fortalecer a Agência Nacional de Mineração (ANM), que ficará diretamente responsável pela regulamentação da questão.

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