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Nacional

Governo prevê R$ 2 tri para nova Política Nacional de Transição Energética

26 de agosto de 2024 às 15:34
Yousefe Sipp Enviar e-mail para o Autor

Plano foi apresentado nesta segunda-feira (26), em cerimônia no Ministério de Minas e Energia, após reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou a Política Nacional de Transição Energética (PNTE), que prevê atrair R$ 2 trilhões em investimentos para o setor de energias renováveis nos próximos 10 anos, segundo estimativa inicial do Governo Federal.

O plano foi apresentado nesta segunda-feira (26), em cerimônia no Ministério de Minas e Energia, após reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

A nova política estabelece diretrizes para a transição energética e cria mecanismos e órgãos de monitoramento. As normas estão no Plano Nacional de Transição Energética (Plante), que está em fase de elaboração.

O Plante adota duas abordagens: uma setorial, que abrange os segmentos industrial, transportes, elétrico, mineral, e petróleo e gás natural; e uma transversal, que trata de marcos legais, pobreza energética e atração de investimentos.

A pasta de Energia conta com o apoio da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Agência Internacional de Energia, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e demais instituições para desenvolver o programa, que integra outras iniciativas como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o Plano Clima.

“O Brasil vai protagonizar a nova economia mundial, a economia verde. Energia eólica, solar, hídrica, nuclear, biomassa, biodiesel, etanol, diesel verde, captura e armazenamento de carbono, combustível sustentável de aviação e hidrogênio verde são o renascimento da indústria no Brasil com bases sustentáveis, agregando valor ao produto brasileiro construído com energia limpa”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Outro destaque foi a criação do Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte), que reunirá representantes da sociedade civil, do segmento empresarial e da cadeia produtiva para discutir e propor medidas para o setor.

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